Olá amigos!!!
Vamos movimentar o blog meu povo…
“O que estão fazendo com nossas jóias?”
Bom, nesse ano que se inicia, de computador novo (rsrs), vamos movimentar esse espaço para nós que somos amantes do futebol… (e como somos), esse período de férias é angustiante, mas enquanto os times profissionais são montados, nos divertimos com a copinha.
E como tem menino bom de bola nessa copinha, em alguns jogos que pude acompanhar pude vislumbrar algumas promessas que tem tudo para ‘vingar’. Frequento alguns sites, blogs, e tenho visto muitos torcedores empolgados com esse ou aquele jogador, e estava analisando o tanto de promessas que vi surgir no futebol e viraram eternas promessas, então surge a pergunta: Porque um jogador tão diferenciado na base não realiza o mesmo sucesso no profissional? Aposto que vocês também estão se perguntando o mesmo, tenho certeza que viram muitos jogadores na base de seu time que pareciam os novos craques e o tempo passou e acabaram caindo no esquecimento. Vejo muitos fatores, mas existe um fator, que penso ser o principal, e não envolve o tratamento do “menino” com a bola nos pés, mas o tratamento da ‘cuca’. O futebol envolve cifras gigantescas, envolve paixões indescritíveis, sucesso, mídia, enfim, não é qualquer cabeça que consegue assimilar uma mudança de vida, na maioria das vezes, tão radical, o jovem ali estudando, ganhando uma ajuda de custos, andando de ônibus, dormindo num quartinho e de repente…chazam… é promovido ao profissional, a ‘ajudinha’ de custos se transforma em um salário bem acima da média do trabalhador brasileiro (e como é), ele vê o ônibus lotado se transformar em um carro confortável (muitas vezes importado) e um apartamento em zona nobre. Ai o garoto dá a primeira entrevista na tv com a cara cheia de espinhas, ai completa o ciclo de volúpia do ego. Faz uma grande jogada, bate no peito de diz com a boca bem aberta para todo mundo colocar a leitura labial em dia: Eu sou f…!Lembro do dia em que uma grande revista (não vou citar o nome, mas assino porque gosto dela) trouxe na capa o Ronaldinho Gaúcho, e o título: “Eu sou f…”, coincidência ou não, o grande futebol apresentando na época foi sumindo, sumindo, e só agora ele está recuperando o bom futebol, e olha que ele já era um jogador consagrado. Lembro-me também do Renato, revelado pelo Galo mineiro, começou muito bem, mas acabou se envolvendo em um monte de confusões, foi parar no Vasco, outro grande clube, fez um golzinho saiu berrando aos quatro cantos: Eu sou f….! Sumiu do mapa.
Os clubes tem que começar a rever seus trabalhos de ordem psicológica com seus jovens, afinal, para qualquer pessoa não é fácil trabalhar com serenidade o sucesso repentino, principalmente para um jovem que está começando a formar seu caráter. O ego e a auto-confiança são combustíveis, agora, podem ser utilizados para o sucesso ou para o fracasso, e é isso que tem que ser trabalhado.
Deixo um abraço especial para meus amigos Eliézer e Renato que sempre me cobram postar novos. Valeu pela força!!
Olá amigos ‘técnicos’ de todo Brasil, afinal, quem de nós, amantes pelo futebol, não se sente um técnico com milhares de esquemas táticos na cachola? Pois bem, esse espaço é nosso, não importa seu clube, o escudo que você carrega no peito, suas cores, importa aqui neste blog, uma discussão sadia sobre essa paixão nacional: o futebol!!
Fiquem à vontade, a casa é nossa!!!
Walter José de Oliveira